Newsletter #19

7 de dezembro, 2016









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NEWSLETTER #19

PBPD

PBPD ENTREVISTA: PAULO AMARANTE

Para lembrar o dia da Luta Antimanicomial, a Plataforma entrevistou o ex-presidente da ABRASME e vice-presidente da ABRASCO, o professor Paulo Amarante. Na entrevista, o pesquisador da Fiocruz comenta os avanços e desafios da Saúde Mental e traça uma perspectiva da frente antimanicomial no novo governo interino.

Gabriel Elias, coordenador de Relações Institucionais da PBPD, publicou artigo no Justificando sobre a Marcha da Maconha.
(Foto: Matias Maxx | VICE)

Um estudo recente mostrou que os estados norte-americanos que ainda não legalizaram a maconha estão deixando de arrecadar anualmente 28 bilhões de dólares em impostos. Saiba mais na reportagem do Washington Post.

Relatório do estado do Colorado (EUA) mostra que a proporção de jovens latinos e negros presos por crimes relacionados à maconha cresceu ainda mais depois da legalização da erva para uso recreativo. Para os brancos, porém, esse número caiu 8%. Confira na matéria do Buzzfeed

STF pode retomar debate sobre hediondez do tráfico de drogas
“Essa decisão pode ter especial impacto no aprisionamento de mulheres que, apesar de não representarem papeis significativos em organizações criminosas, são hoje as principais vítimas da guerra às drogas no que tange ao encarceramento”, afirma Luciana Zaffalon, secretária executiva adjunta da Plataforma e integrante do grupo de estudos de Mulheres Encarceradas.

SENAD lança novo site sobre política de drogas
Conheça o Portal Aberta, focado em especialistas e interessados na questão das drogas. Contemplando várias frentes (políticas, práticas e instrumentos), a plataforma quer disponibilizar dados e pesquisas sobre a temática das drogas no Brasil e no mundo. 

Iniciativa Negra por uma Nova Política de Drogas (INNPD) lança manifesto pelo recorte racial dentro da política de drogas. Confira aqui

Durante o Festival Path, que aconteceu neste final de semana em São Paulo, foi transmitido o documentário CRACK, REPENSAR. Encomendado pela Fiocruz, o curta tem entrevistas com diversos membros e parceiros da Plataforma: Cristiano Maronna, Dartiu Xavier, membros do coletivo É de Lei, Henrique Carneiro, Orlando Zaconne, dentre outros. O documentário venceu o prêmio de Melhor Curta-Metragem pelo Júri Popular do RECINE (2015). 

À VICE Brasil, a frente antiproibicionista, representada na última edição da Marcha da Maconha, em São Paulo, comenta os desafios e expõe os temores frente ao novo governo interino. A nomeação do deputador Osmar Terra (PMDB-RS) o Ministério do Desenvolvimento Social foi vista com preocupação pelos entrevistados. (Foto: Matias Maxx | VICE)

No Dia da Luta Antimanicomial, relembre o relatório recente divulgado pelo Conselho Regional de Psicologia sobre comunidades terapêuticas
O dossiê traz denúncias de violações dos direitos humanos cometidas em 43 Comunidades Terapêuticas do Estado, fiscalizadas entre 2013 e 2015. Em muitas dessas instituições, que internam ou abrigam dependentes de drogas,foram registrados inúmeros relatos de violações de direitos, desde precariedade alimentícia e sanitária até contenção e violência física. É importante lembrar que muitas comunidades terapêuticas recebem fundos públicos dos governos municipais, estadual e federal.

Reportagem no Fantástico mostra as mães que cultivam maconha para o tratamento de seus filhos
No Dia das Mães, o Fantástico transmitiu uma matéria sobre o projeto chileno Mamá Cultiva, apoiado pela Fundação Daya, que trabalha com pesquisa e promoção do uso medicinal da cannabis também no Chile. As representantes dos dois projetos estiveram no Brasil no início do mês para participar de um debate sobre maconha medicinal, organizado e mediado por Julita Lembruger (CESeC), membra do Conselho Consultivo da PBPD. 

A Organização Mundial de Saúde publicou um importante relatório que tem o objetivo de consolidar o conhecimento disponível sobre os aspectos epidemiológicos e os impactos do consumo de maconha na saúde. No estudo, evidências importantes são apresentadas sobre o consumo da droga, que é substância proibida pelos tratados internacionais mais consumida globalmente.

Ainda há algumas discussões controversas, como a questão dos impactos do consumo da maconha a longo prazo, e a ausência de uma discussão mais detida sobre os danos da criminalização do comércio e do consumo da droga. mas trata-se de um documento de referência para qualificar o debate.

A psiquiatra brasileira, Camila Silveira, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, fez parte da equipe que produziu o relatório.



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